Governo de Rondônia
29/05/2026

Diretrizes

Governo do Estado de Rondônia

1. MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA

Rondônia tem surpreendido os indicadores nacionais em relação a alguns dados econômicos e sociais. O pacote de investimentos provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, aliado ao crescimento populacional e à renda global, proporcionaram ao Estado uma conjectura mais próspera e otimista. Entretanto, gerir esta nova situação não é tarefa fácil. Ainda mais com uma máquina pública considerada obsoleta e ineficiente.

A máquina pública de Rondônia concentra atualmente uma série de gargalos que compreendem desde os excessos burocráticos, até obsolência das instalações e dos sistemas, desmotivação dos servidores e a descrença da população quanto à aplicação dos recursos públicos.

Para alcançar a visão de ser Estado referência, na região Norte, em gestão, sustentabilidade e cidadania plena” é necessário à incorporação de novos hábitos, além de promover melhorias estruturais.

Nesta expectativa, o processo de Modernização da Gestão Pública se torna fundamental à consecução do planejamento; principal meio de alavancagem dos resultados das demais diretrizes, compreendendo um conjunto de iniciativas a fim de promover a reestruturação plena da administração e norteando todos os esforços para políticas com foco nos resultados.

 

1.1 OBJETIVOS

  • Modernizar e desburocratizar a estrutura organizacional e os processos e trabalho com foco na saúde, segurança e meio ambiente;
  •  Elevar a arrecadação das receitas e reduzir os gastos públicos;
  •  Valorizar e aprimorar o desempenho dos servidores públicos.

 

1.2 METAS

  •   Identificar, mapear e simplificar 100% processos governamentais, até dezembro de 2018;
  •   Implantar 80% das infovias nos 52 municípios do Estado, até dezembro de 2014;
  •   Integrar os softwares de gestão em todas as unidades administrativas do Poder Executivo, até dezembro de 2013;
  •   Implantar avaliação de desempenho em 30% das unidades setoriais, até dezembro de 2018;
  •   Reduzir os gastos com manutenção da máquina pública em 30% em relação a 2013, até dezembro de 2014;
  •   Elevar anualmente 13% a receita própria do Estado;
  •   Implantar gestão por competência em 50% unidades setoriais, até dezembro de 2018.

 

1.3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS (Gestão de Processos e TI);
  • PIONEIROS DIGITAIS (Gestão de Processos e TI);
  • NOTA LEGAL (Equilíbrio Fiscal);
  • TUDO AQUI (Governo Perto de Você).

2. INCLUSÃO SOCIAL

Em Rondônia 304.600 pessoas ainda vivem em situação de pobreza e extrema pobreza. Essa realidade tem sido ignorada há décadas por muitos governos e governantes e recentemente envolvida nas agendas políticas.

A situação precária associada à incorporação de ferramentais de busca e mapeamento dos pontos de pobreza agilizou o processo de conscientização e a tomada de decisão para a consolidação de uma política focada e abrangente.

Acompanhando o ritmo acelerado de crescimento econômico que passa Rondônia, é pretendido o fortalecimento das políticas de inclusão com a finalidade de proporcionar a igualdade de oportunidades às classes que ainda não foram alcançadas por tais políticas.

Para isso é necessário ampliar os investimentos em capital social básico, que inclui transferência e complementação da renda aos menos favorecidos; garantir o primeiro emprego aos adolescentes e jovens e promover o acesso ao crédito dos pequenos produtores, esperando assim a reversão das desigualdades sociais existentes.

 

2.1 OBJETIVOS

  • Transferir renda à população em situação de pobreza e extrema pobreza;
  •  Ampliar a renda e a empregabilidade;
  •  Promover a inclusão social e produtiva.

 

2.2 METAS

  • Garantir o acesso de 100% da população em situação de pobreza e extrema pobreza aos programas de transferência de renda, até    dezembro de 2014;
  • Garantir a complementação de renda para 35 mil famílias com renda per capta inferior a R$ 70,00, até dezembro de 2014;
  • Garantir a primeira oportunidade de trabalho para mil adolescentes e jovens estudantes da rede pública, com idade entre 14 e 21 anos, até dezembro de 2018;
  • Garantir a elevação de renda associada a conservação de recursos naturais à 4.000 famílias de ribeirinhos, extrativistas e quilombolas, até dezembro de 2015;
  • Implantar Banco do Povo em todos os municípios de Rondônia, até dezembro de 2014;
  • Ampliar 30% o acesso ao crédito subsidiado para a produção da agricultura familiar, até dezembro de 2014;
  • Reduzir em 60% o déficit habitacional nas zonas rural e urbana do Estado, até dezembro de 2014.

 

2.3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • PRIMEIRO EMPREGO (Juventude Saudável)
  • BANCO DO POVO
  • ETA FAMÍLIA
  • BOLSA FUTURO
  • QUALIFICA CIDADÃO
  • MORADA NOVA
  • IMPLANTAÇÃO DE AGROINDÚSTRIAS

3. A – ACESSO AOS SERVIÇOS DE QUALIDADE – “EDUCAÇÃO”

A educação brasileira vem apresentando números desanimadores. Na última avaliação do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) envolvendo 65 países o Brasil ocupou o 53º lugar. O último censo também apresentou um país com número significativo de crianças fora da escola; de jovens analfabetos funcionais e de alunos concluintes das séries inicias, mas que ainda não conseguem ler.

A realidade de Rondônia não é diferente do cenário nacional. Os problemas enfrentados são de ordem estrutural e social, o que reflete diretamente nas baixas médias apresentadas pelo estado na última avaliação do IDEB (Índice de Desenvolvimento de Educação Básica). O estado apresentou médias de: 4,7 nas séries iniciais, 3,5 do 5º ao 8º ano  e 3,3 no ensino médio (IDEB).

Para reverter este quadro e garantir a qualidade do ensino ofertado em Rondônia, o governo do estado direcionará investimentos em projetos inovadores que incentivem o ensino integral, que garantam estruturas adequadas para o desenvolvimento do ensino e que estimulem o processo de aprendizagem de professores e alunos.

 

3.A1 OBJETIVOS

  • Ampliar a oferta e a qualidade da educação básica;
  • Aumentar a escolaridade média dos jovens.

 

3.A2 METAS

  •  Implantar ensino integral em 20 escolas estaduais, até dezembro de 2014;
  •  Elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB – da 1º ao 5º ano) de 4,7 para 5,2, até dezembro de 2018;
  •  Elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB – do 6º ao 9º ano) de 3,5 para 4,7, até dezembro de 2018;
  •  Elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB – Ensino Médio: 1º ao 3º ano) de 3,3 para 4,3, até dezembro de 2018;
  •  Reestruturar 100% das escolas estaduais, até dezembro de 2018;
  •  Garantir educação a 100% dos sócios educandos do Estado, até dezembro de 2014;
  •  Implantar a educação técnica profissional em 11 escolas, até dezembro de 2014;
  •  Corrigir o fluxo escolar de  27.609 alunos, até dezembro de 2014;
  •  Diagnosticar o cenário de evasão escolar em 100% das escolas estaduais, até dezembro de 2014.

 

3.A3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • CLIMATIZAÇÃO DE ESCOLAS (Escola de Cara Nova)
  • EFICIÊNCIA ENERGÉTICA (Escola de Cara Nova)
  • ENSINO MÉDIO INOVADOR (Fortalecimento do Ensino Médio)
  • CORREÇÃO DO FLUXO ESCOLAR (Fortalecimento do Ensino Fundamental)
  • PROJETO GUAPORÉ DE EDUCAÇÃO INTEGRAL 

3. B – ACESSO AOS SERVIÇOS DE QUALIDADE – “SAÚDE”

O sistema de saúde de Rondônia se encontra numa situação delicada. O estado sofre as consequências da falta de investimentos no setor de décadas atrás, percebidas nos dias de hoje na precariedade das instalações físicas e na obsolência dos equipamentos e dos sistemas de informação; na insuficiência e desmotivação do quadro de servidores, além dos transtornos causados pelas extensas filas de atendimento, em especial na área hospitalar de alta complexidade. Agravado ainda mais por conta do crescimento populacional provocado a partir das obras de construção do empreendimento das usinas hidrelétricas do Madeira.

Deste modo, as medidas adotadas serão no sentido de implantar ações bem definidas para o saneamento e capazes de acompanhar quaisquer mudanças ocasionadas por fatores demográficos e epidemiológicos, do mesmo modo que atender de forma célere aos impactos causados por estas a fim de garantir a universalidade dos serviços de saúde.

 

3.B1 OBJETIVOS

  • Implantar e Integrar Redes de Serviços de Saúde;
  • Modernizar e desburocratizar a estrutura organizacional e os processos de trabalho na saúde.

 

3.B2 METAS

  • Implantar 2 Centrais de Regulação Estaduais, até dezembro de 2013;
  • Estabelecer pactuações com os 52 municípios do Estado de Rondônia, até dezembro de 2014;
  • Implantar a rede de urgência e emergência, até dezembro de 2013;
  • Implantar a rede cegonha, até dezembro de 2014;
  • Ampliar em 15% a rede de esgotamento sanitário, até dezembro de 2014;
  • Ampliar em 60% o índice de atendimento com água tratada, até dezembro de 2014;
  • Acreditar 3 unidades hospitalares no nível 2, até dezembro de 2014;
  • Atingir 80% das metas pactuadas dos serviços de vigilância em saúde, até dezembro de 2014.

 

3.B3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • MAIS SAÚDE NA FAMÍLIA (Rede de Atenção Básica);
  • SAÚDE DE CARA NOVA (Urgência e Emergência);
  • CHOQUE DE GESTÃO (Regulação e Regionalização);
  • ÁGUA BOA (Ampliação da Rede de Abastecimento de Água).

3. C – ACESSO AOS SERVIÇOS DE QUALIDADE – “SEGURANÇA”

O Estado de Rondônia apresenta altos índices de criminalidade. A problemática cresce quando comparados às unidades federativas com maior número de população: 11º lugar do Brasil em homicídio doloso (ocorrências por 100 mil habitantes); 6º lugar no ranking nacional de latrocínios e 1º lugar em homicídios culposos de trânsito do Brasil. Porto Velho é a cidade brasileira com maior taxa de mortalidade por acidentes de trânsito (por 100 000 habitantes) do País.

Os jovens são as principais vítimas do aumento da violência. Pesquisas promovidas pelo Fórum Nacional de Segurança Pública apontam a faixa etária entre 19 a 24 anos com maior risco de morte.

Os altos índices de violência contribuem para aumentar a sensação de insegurança, além de impactar diretamente na estrutura do sistema prisional. De tal modo que para garantir a segurança da população é necessário combater a criminalidade com ações preventivas; com a modernização da estrutura prisional e de polícia, com a integração dos sistemas de inteligência e com investimentos nas políticas de reinserção social.

 

 3.C1 OBJETIVOS

  • Reduzir a criminalidade e a reincidência criminal;
  • Integrar e melhorar a qualidade da ação policial.

 

3.C2 METAS

  • Reduzir 23,5% (com base em 2013) o número de homicídios dolosos por cem mil habitantes, até dezembro de 2014;
  • Reduzir em 60% (com base em 2013) as ocorrências de crimes e violações aos direitos humanos no Sistema Sócio-educativo do Estado, até dezembro de 2014;
  •  Ampliar a reinserção social da população carcerária e dos adolescentes em conflito com a lei em 40%, até dezembro de 2018;
  •  Reduzir em 20% (com base em 2013) a participação de adolescentes na prática de atos infracionais, até dezembro de 2018;
  •  Reduzir em 40% os acidentes de trânsito no Estado, até dezembro de 2018;
  •  Implantar 12 unidades de segurança pública integradas no Estado (7 de grande porte e 5 de pequeno porte), até dezembro de 2014;
  •  Implantar DNA criminal, até dezembro de 2014;
  •  Implantar o Instituto de Criminalística, até dezembro de 2014;
  •  Implantar o Edifício Sede da Policia Civil e complexo de Especializadas, até dezembro de 2014;
  •  Implantar Central de Logística da Segurança Pública, até dezembro de 2014.

 

3.C3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • RONDÔNIA ACOLHE (Juventude Saudável)
  • MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL
  • DNA CRIMINAL (Modernização do Sistema de Inteligência e Infraestrutura)
  • UNIDADES INTEGRADAS DE SEGURANÇA PÚBLICA – UNISP (Modernização do Sistema de Inteligência e Infraestrutura)
  • CONSTRUINDO A LIBERDADE (Ressocialização de Apenados)

4. COMPETITIVIDADE

Estimular a competitividade de um estado é valorizar seu potencial produtivo instalado, incorporando novas técnicas e procedimentos organizacionais; e políticas de fomento à produção de ciência e tecnologia de utilidade local.

Pensar a competitividade é primeiramente diagnosticar todas as características e potencialidades regionais. É priorizar as principais oportunidades já estabelecidas; renovar o conceito de gestão das organizações; promover a articulação dos diversos agentes dos setores produtivos a fim de alinhar seus interesses e promover ganhos recíprocos. A articulação e o bom relacionamento entre os setores público e privado é um grande diferencial na empreitada pela competitividade.

As peculiaridades voltadas ao contexto produtivo em que Rondônia tem feito parte abrangem segmentos de estrema importância para a balança comercial brasileira. A carne, os minérios e a madeira são produtos de destaques na economia regional. No entanto merecem serem revistos uma vez que as potencialidades destes estão aquém de promoverem impactos de maiores magnitudes nas variáveis macroeconômicas, como a geração de emprego.

Agregar valor é um dos objetivos do eixo competitividade. Rondônia não possui registros significantes de segmentos produtivos locais que reservem seus esforços para tal emprego. Dificilmente uma economia produtiva se torna competitiva apenas conjugando esforços em um ou dois setores, como é caso de Rondônia, praticamente concentrando toda sua atenção nos setores primário e terciário da economia.

Até os dias atuais o Estado tem voltado seu papel de agente produtivo ao restrito desenvolvimento de atividades agrícolas, pecuária e extrativista (vegetal, animal e mineral). Estas, desenvolvidas com a participação dos grandes e médios produtores, faltando espaço para os pequenos barganharem melhores condições de se colocarem no mercado e se tornarem competitivos.

Tornar o Estado competitivo é estimular todos os setores presentes da economia; promover alternativas como a formação de arranjos produtivos de modo que assegurem a participação e espaço aos pequenos na escala produtiva e no mercado, e também o oferecer melhores condições de infraestrutura, de transporte e logística aproximando os mercados e oportunizando melhores espaços.

 

4.1 OBJETIVOS

  • Desenvolver e agregar valor às cadeias produtivas e APL;
  • Ampliar a Infraestrutura de Transporte e Logística Intermodal do Estado;
  • Diversificar a produção rondoniense e estimular a inovação tecnológica.

 

 4.2 METAS

  •  Implantar 10 módulos-pilotos de produção sustentável no Estado, até dezembro de 2016;
  •  Beneficiar 40% da produção aquícola, estimada em 80 mil toneladas/ano, até dezembro de 2014;
  •  Reestruturar 100% da malha viária pavimentadas do Estado, até dezembro de 2014;
  •  Ampliar em 100% (atingir 10.000 km) a malha viária de responsabilidade do Estado, até dezembro de 2014;
  •  Ampliar em 50% a capacidade de carga do Porto Organizado do Estado, até dezembro de 2014;
  •  Ampliar infraestrutura portuária no município de Guajará-Mirim (IP4), até dezembro de 2018;
  •  Implantar o observatório socioeconômico de Rondônia, até dezembro de 2014;
  •  Implantar centro de pesquisa tecnológica em piscicultura, até dezembro de 2018;
  •  Reduzir em 30% o déficit de produção agrícola, até dezembro de 2015.

 

4.3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • FORTALECIMENTO DE CADEIAS PRODUTIVAS
  • REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA RURAL
  • TÍTULO JÁ (Regularização Fundiária Urbana)
  • ESTRADÃO
  • REESTRUTURAÇÃO E REVITALIZAÇÃO DO PORTO

5. GESTÃO AMBIENTAL E TERRITORIAL

Medidas para a preservação do patrimônio amazônico são de responsabilidade fundamental do Estado, além de excelente meio ao estímulo de novas alternativas ligadas à disposição das potencialidades envolvendo o processo produtivo. Entretanto, a preocupação latente é quanto à utilização de mecanismos de controle norteadores das políticas de desenvolvimento sustentável e do uso dos recursos naturais.

Implantar uma gestão territorial e ambiental sustentável. Preservar a biodiversidade e fiscalizar os procedimentos extrativos. Monitorar o processo de urbanização territorial e orientar o desenvolvimento regional à conduta sustentável com o viés da dinâmica evolução econômica para o setor são mecanismos essenciais ao processo, ainda mais quando se tem como foco uma economia de âmbito rural para pequenos produtores e com capacidade de financiamento. Algumas medidas como o CAR (Cadastro Ambiental Rural), a promoção e regularização Fundiária e Ambiental do Estado e a efetivação das políticas de unidades de conservação Estaduais, a educação ambiental, o controle da entrada e saída de recursos naturais serão prioridades neste horizonte.

 

5.1 OBJETIVOS

  • Regularizar ambientalmente os empreendimentos/atividades;
  • Assegurar a regularidade integral das Unidades de Conservação (UC’s);
  • Assegurar a qualidade ambiental do Estado de Rondônia.

 

5.2 METAS

  •  Promover a regularização fundiária de 130.000 imóveis rurais, até dezembro de 2018;
  •  Promover a regularização fundiária de 150.000 imóveis urbanos, até dezembro de 2014;
  •  Atualizar a segurança aproximação do Zoneamento Socioeconômico-Ecológico, até dezembro de 2018;
  •  Implantar o Cadastro Ambiental Rural, até dezembro de 2013;
  •  Recuperar 20.000 hectares de áreas degradadas, incluindo as áreas de preservação permanente (APP), em 5 anos
  •  Implementar as 19 UC’s estaduais, até dezembro de 2018;
  •  Criar e demarcar 05 novas UC’s estaduais, até dezembro de 2018;
  •  Elaborar e implementar o Plano Estadual de qualidade do ar, até dezembro de 2014;
  •  Implantar a Política Estadual de Resíduos Sólidos com horizonte de atuação de 20 anos e revisão a cada 4 anos
  •  Reduzir a zero o desmatamento ilegal, em 5 anos;
  •  Expedir licença ambiental de baixo impacto em até 180 dias úteis atendendo a legislação vigente;
  •  Descentralizar 100% das atividades de baixo impacto ambiental para os municípios elegíveis, até dezembro de 2014.

 

5.3 PROJETOS PRIORITÁRIOS

  • CADASTRO AMBIENTAL RURAL
  • DESCENTRALIZAÇÃO E DESBUROCRATIZAÇÃO DOS SERVIÇOS AMBIENTAIS
  • ZONEAMENTO SOCIOECOLÓGICO ECONÔMICO (Desmatamento Ilegal Zero)

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