Governo de Rondônia
10/02/2026

SAÚDE

Uso excessivo de telas e os impactos na saúde física e mental são orientados pela Sesau

10 de fevereiro de 2026 | Governo do Estado de Rondônia

O uso excessivo de telas pode gerar um esforço contínuo do cérebro humano, diz especialista

Passar muitas horas diante do computador ou do celular pode ser mais prejudicial do que se imagina. E, com o objetivo de conscientizar e garantir mais qualidade de vida para as crianças, adolescente e adultos, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) alerta para os riscos do uso excessivo de telas na saúde física e mental.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha lembra que a tecnologia faz parte do cotidiano, seja no trabalho, na escola ou em casa. “É necessário reconhecer que o uso prolongado de computadores, celulares e tablets pode trazer sérios riscos à saúde. Por isso, com informação e limites é possível manter melhor qualidade de vida”.

O equilíbrio no tempo de tela para as crianças e os adolescentes é extremamente necessário, mas também para os pais

O neurologista Eduardo Magalhães, da Policlínica Oswaldo Cruz (POC) explica que o desenvolvimento cerebral de crianças e adolescentes pode ser comprometido. “Em alguns países já existem leis que proíbem ou restringem o acesso de jovens e crianças às redes sociais”.

O secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha destaca a importância do tempo de qualidade entre pais e filhos e da consciência sobre o descanso mental também para adultos. “A tecnologia deve ser uma aliada, não uma ameaça. É preciso priorizar a saúde e buscar equilíbrio na vida”.

IMPACTOS PARA A SAÚDE

Segundo o especialista, o uso prolongado de telas provoca estímulo visual excessivo, exigindo processamento contínuo de informações. Nos adultos, isso pode gerar esforço mental e ansiedade nas crianças, déficit no desenvolvimento neural, prejudicando habilidades de comunicação social, concentração e imaginação. “Hoje, muitos pais substituem brinquedos lúdicos e atividades ao ar livre pelo acesso às telas. Essa prática, cria barreiras para o convívio social de qualidade”, observa o neurologista.

PREVENÇÃO

– Evitar o acesso de crianças menores de 5 anos às telas.
– Controlar o tempo de uso para crianças maiores e adolescentes, incluindo atividades físicas na rotina.
– Restringir o uso de telas após as 20h.
– Evitar telas durante intervalos e momentos de descanso no trabalho.
– Ajustar brilho e cores de dispositivos para tons mais suaves.
– Incentivar a prática regular de atividades físicas.

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Fonte
Texto: Lara Lívia
Fotos: Lara Lívia
Secom - Governo de Rondônia

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Educação, Governo, Governo Fez e Faz, Rondônia, Saúde, Serviço, Servidores, Sociedade


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